A matéria de hoje vai falar sobre a osteoartrose, doença que já representa cerca de 30 a 40% das consultas em ambulatórios de Reumatologia.

Disso você provavelmente já sabe. Mas eu pesquisei e encontrei um tratamento que vem sendo abafado pela mídia e parte da comunidade médica já desde a metade do século passado!

Para conhecer esse método que não usa remédios ou cirurgia é só continuar lendo!

Afinal, o que é a Osteoartrose?

Para começar o assunto, vamos entender juntos o que é a osteoartrose.

Essa é uma doença que degenera as cartilagens.

Para quem está pouco familiarizado com o assunto as cartilagens fazem parte do que conhecemos popularmente como “juntas”. É comum ouvir alguém reclamar de “dor nas juntas”. Acredito que é bem mais difícil ouvir “dor nas cartilagens”.

Dito isto, devo explicar que a osteoartrose atinge principalmente as juntas.

Para fazer uma referência, eu posso explicar que a osteoartrose é a mesma coisa que a artrose. Uma doença degenerativa que desgasta as cartilagens até chegar nos ossos.

Alguns médicos entendem essa doença como uma do trato musculoesquelético. Essa seria uma categoria de doenças que afetam tanto os músculos como os ossos.

O que é quase certo já que a osteoartrose atinge ossos, músculos e cartilagens.

Quem está na zona de risco da osteoartrose?

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Essa é uma dificuldade mais comum entre as pessoas com mais de 65 anos.

Houve até uma época em que as pessoas achavam que era normal ter osteoartose nos últimos anos de vida. Mas hoje isso é um mito. É possível sim reverter um quadro de osteoartrose.

E eu vou te explicar por quê.

Célula velha e célula nova

Durante a vida inteira nossas células estão sendo renovadas. Isso é um processo natural do organismo.

Essa renovação não acontece só nas células da pele como também nas células dos músculos, dos ossos, dos órgãos, das cartilagens e enfim, em todo o corpo.

O corpo está se renovando a todo momento, construindo novas células para substituir as mais velhas.

Quando andamos, pulamos e corremos, nossa cartilagem é alterada. Mas até então tudo bem, porque o corpo tem a capacidade de regeneração, desde que tenha todos os nutrientes disponíveis.

A cartilagem é uma capa de cor branca ou acinzentada que cobre as pontas dos ossos.

Ela fica entre as vértebras da coluna. Geralmente os discos que ficam entre os ossos da coxa e da perna são mais resistentes e suportam mais o impacto do dia a dia. Os chamamos de menisco.

Osteoatrose, Cartilagens e os nutrientes

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As cartilagens não possuem vasos sanguíneos. E para receber nutriente elas têm uma capa com muitos vasos sanguíneos e nervos chamados de pericôndrios. É nessa capa que ela pega os nutrientes de que precisa.

O menisco que fica nos joelhos e os discos que ficam entre as vértebras da coluna nutrem-se pelo líquido que fica em volta dessas capas, o chamado líquido sinovial.

Por que eu expliquei isso?

Para que você entende de uma vez por todas que a alimentação e a hidratação podem ajudar suas juntas a serem mais saudáveis.

Osteoartrose com discopatia

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Vamos começar por entender uma coisa importante.

Os discos são anéis de cartilagem. Dentro desse anel há uma substância macia e gelatinosa. Isso faz dos disco, algo como pequenas almofadas com capas resistentes.

Essas almofadinhas que ficam entre as vértebras da coluna têm a função de diminuir o impacto sofrido pela coluna vertebral.

Esse impacto por vir durante um movimento que causa pressão na nossa coluna. Não só por um movimento como por causa da gravidade que o tempo todo empurra nossa estrutura para baixo.

Além dos desgastes causados por pressão essas “almofadinhas” também sofrem com os que são causados por desidratação.

Com o tempo, esses desgastes fazem com que os discos fiquem mais finos.

Com esse afinamento o espaço entre as vértebras diminui porque os discos perdem seu formato original.

Eles podem até acabar saindo do lugar, que é o que acontece durante a hérnia de disco.

Essas alterações dos discos da coluna vertebral se tornam mais cada vez mais instáveis para nossa estrutura como um todo.

A partir daí nosso corpo vai formando pequenos ossos em lugares em que eles não deveriam estar. Esse esforço do corpo é uma tentativa de compensar os espaços que ficaram apertados.

Esses ossinhos irregulares são chamados de calcificações ou osteófitos, conhecidos pela maioria como bicos de papagaio.

Essa formação dos bicos de papagaio nada mais é que o corpo tentando manter a estabilidade da coluna. O problema todo mora no fato de que eles se formam ao redor dos ossos das vértebras e podem pressionar a medula e/ou os nervos, provocando inflamação e muita dor.

Então, uma osteoartrose com discopatia é um caso de dor extrema que acontece por um desgaste não só na cartilagem e ossos como também nos discos.

Qual a diferença de osteoartrite e osteoartrose?

A osteoartrite e a osteoartrose são igualmente consideradas como artrose.

A diferença é que a osteoartrite é uma doença reumática, uma inflamação.

Ela se cria aumento de líquido na cartilagem, que leva a inchaço, aumento da temperatura e dor, principais características de uma inflamação.

O Dr. Drauzio Varella comenta que, a osteoartrite pode estar relacionada as irregularidades na superfície da junta que levam ao desgaste.

Entre os fatores de risco se encontram a obesidade, esforços físicos repetitivos e a prática de esportes com forte impacto na estrutura do corpo.

O tratamento para osteoartrite (convencional)

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O tratamento mais tradicional para a osteoartrose é focado em diminuir a inflamação na articulação com medicamento anti-inflamatórios e analgésicos.

É um tratamento que tem ajudado as pessoas. Mas dê uma olhadinha no que o doutor Drauzio Varela diz:

“Ácido acetilsalicílico e analgésicos comuns, como acetaminofeno ou dipirona, podem ser úteis para tratar episódios isolados de dor, mas sua ação é pouco duradoura.”

Deu para entender que os remédios atuais não podem resolver o problema em 100%, certo?

Pois bem, agora saiba também que, com o tempo, esse ácido acetilsalicílico traz fortes efeitos colaterais como sangramentos. Isso porque ele altera a coagulação do sangue e deixa o sangue mais fino.

Para dores mais difíceis, podem ser aplicadas injeções direto na articulação. Mas apesar de aliviar a dor, elas acabam por aumentar o processo de destruição da cartilagem.

Osteoartrose e a fisioterapia

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Apesar dos problemas que o excesso de medicação pode trazer os fisioterapeutas pode ajudar no alívio da dor com técnicas como o famoso choquinho (TENS).

O paciente também é orientado a colocar compressas de gelo na articulação de três a quatro vezes ao dia. Sempre tomando o cuidado de proteger o local com um pano e deixar o gelo por no máximo 20 minutos.

A compressa de gelo alivia a dor, ajuda o corpo a combater a inflamação e não aumenta o desgaste da cartilagem.

O fisioterapeuta também busca pelo fortalecimento dos músculos com exercícios adequados, com isso a estabilidade melhora e podemos devolver certa independência para os pacientes

Apesar de a fisioterapia ser tão poderosa para ajudar um paciente com osteoartrose, o que eu quero mostrar é que existem formas mais fáceis e melhores para resolver esse problema.

Eu posso começar com apenas uma palavra, suplementos!

A suplementocura

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A dra. Marcia Rezende realizou um estudo para o instituto de ortopedia e traumatologia do Hospital das Clínicas. Nele ela constatou que a glucosamina retarda a evolução da osteoartrose.

Dr. Lair Ribeiro, médico, cardiologista, nutrólogo e escritor de vários livros, afirmou que a reconstituição da cartilagem é possível com o uso de um suplemento natural!

Essa suplementação é feita com essa glucosamina, também com condoritina e MSM (Metil sulfonil metano). Ele ainda afirma que toda doença tem início nos intestinos.

Os intestinos são responsáveis por 80% do sistema imunológico, são verdadeiros soldadinhos que nos defendem do que pode nos adoecer. 

Portando só de cuidar dos intestinos, você já está garantindo a saúde das suas juntas também. Mas eu me pergunto, por que é tão difícil ver alguém falando sobre isso?

PST: A cura escondida

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Até o momento os pacientes de osteoartrose se entopem de remédios e rezam para que os efeitos colaterais não destruam com o restante do seu corpo.

Mas existem tratamentos, que são possíveis curas assim como a suplementação. Esses caminhos parecem até um sonho para quem tem que conviver com a artrose.

Em busca de novos caminhos para tratar essa doença. Eu me deparei com uma técnica muito interessante! O PST Terapia de Sinais Pulsados (do inglês Pulsed Signal Therapy).

Esse tratamento gira em torno de uma máquina construída pelo Dr. Richard Markoll. O médico deu uma entrevista contando que em suas pesquisas duraram mais de uma década.

Tudo começou quando ele atendeu um senhor que tinha muitas terras e montanhas na África do Sul.

O senhor se queixava, juntamente com sua filha, de nunca ter conseguido subir as montanhas que ficavam em sua propriedade, uma vez que ele tinha dores na coluna cervical e sua filha tinha uma doença infantil que afetava os joelhos.

Os dois tiveram melhoras impressionantes em seus casos. E como eram influentes, convidaram o Dr. Richard para um congresso médico.

Quando apresentou o tratamento que utilizava para o congresso, outros médicos tiveram grande interesse e se aplicaram em novas pesquisas, que tiveram todas, muito bons resultados.

Em 96 o doutor abriu uma clínica que usava a máquina conhecida como PST como tratamento para artrose.

Ainda durante a entrevista o doutror Markoll conta que junto de mais dois pesquisadores percebeu que, quando comprimimos as juntas, durant o andar, correr ou até quando estamos sentados por exemplo, a gravidade exerce uma força que empurra as vértebras da coluna para baixo.

Ao realizarmos esses movimentos normais, uma pressão força as cargas negativas para

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fora do espaço articular e para dentro da chamada matriz que se localiza fora das células. Essa ação, portanto, estimula a regeneração da cartilagem.

Em outras palavras é como se o corpo se curasse automaticamente e sozinho.

A PST faz a mesma coisa. Ela envolve a articulação e estimula essa ação que descrevi aqui em cima, regenerando a cartilagem naturalmente.

É como se a máquina se intrometesse no processo da artrose e dissesse para as células algo como “hey, vamos trabalhar”.

E assim as células, que por algum motivo estavam incapacitadas, simplesmente voltam a fazer o que elas sabem. Recuperar a cartilagem.

Além desse jeitinho todo mágico de tratar, a PST ainda se propõe a ajudar na recuperação dos ossos e músculos próximos das articulações.

Porque amamos o doutor Markoll

Para entender melhor, o Dr. Richard compara a ação da PST com os óculos.

Quando a pessoa não enxerga, ela usa os óculos para melhorar a visão, sem mexer nos olhos. O estímulo vem de fora para dentro.

A máquina PST emite uma onda de fora para dentro que estimula a articulação a se regenerar, sem medicamentos ou cirurgia.

Ainda na entrevista o Dr Richard relata que ele e sua equipe realizaram estudos dois anos depois do tratamento com alguns pacientes e a maioria continuava sentindo a melhora.

A empresa Signals For Montion que comercializa as máquinas em seu site apresenta casos clínicos e depoimentos de pacientes que falam do bom resultado da terapia.

A terapia com a PST é indicada para todas as doenças que envolvem músculos, tendões, ossos e as juntas, como, osteoartrose, discopatia, hérnias, tendinites e bursite. Inclusive fibromialgia e artrite reumatoide, entre outras doenças.

É tão grande o complô para mascarar a PST que o tratamento é realizado em clínicas especializadas e tem alto valor financeiro.

Em 2004 a Folha de São Paulo publicou uma matéria realizada pelo jornalista Alexandre Mandl sobre a terapia com PST.

Na matéria entrevistou o ortopedista Mauro Meyer, de Porto Alegre, que já havia aplicado a terapia em mais de 130 pacientes e afirmou que: “A PST corrige essas alterações, emitindo sinais para regular as cargas, o que ameniza as dores do paciente.”

Dica da fisio

Falando sobre a osteoartrose especificamente, eu posso dizer que a minha experiência me levou a duas verdades que hoje regem as minhas pesquisas e carreira.

Essas verdades são a seguintes:

  1. O jeito como comemos pode nos curar
  2. Se estamos parados ficamos doentes

Assim como doutor Lair, eu acredito que a natureza por si só providencia tudo o que precisamos para viver o melhor da nossa saúde, eu carrego isso comigo.

O doutor Markoll explica que mesmo com essa técnica tão maravilhosa, os pacientes ainda precisam realizar exercícios para que o resultado seja mesmo bom. Ou seja, é preciso levantar-se do sofá, é preciso se movimentar e eu também trouxe isso para minha bagagem.

Eu procuro buscar conhecimento que ajude as pessoas a terem qualidade de vida e acredito que o corpo se regenera quando fazemos as escolhas certas.

Eu sei que na correria da rotina é difícil separar um tempo para a pessoa mais especial da nossa vida. Nós mesmos.

Gosto muito de uma frase do Dr. Lair Ribeiro em que ele diz: “Se você não arrumar tempo para cuidar da sua saúde, terá que arrumar tempo para cuidar da sua doença.” E eu também carrego isso comigo.

Além do descaso que temos com nós mesmos, ainda vivemos sobre o peso do o interesse monetário que é sempre colocado acima da nossa saúde.

Enquanto essas questões não são respondidas, eu recomendo:

Cuide de sua alimentação e pratique atividades físicas para conquistar o equilíbrio e a saúde do seu corpo, essas atitudes podem fazer muito por você.

Ficou com alguma dúvida sobre artrite, artrose ou osteoartrose? Fale aqui para mim! Vou ter enorme prazer em te responder!

Paulo-Santos
Dra. Iracema Barbosa

Muito prazer sou a dra. Iracema, fisioterapeuta especializada em gerontologia.
Acredito que o futuro é construído no presente e o nosso futuro vai chegar através do conhecimento aplicado para melhorar a qualidade de vida.
Amo cuidar das pessoas mas meu sonho é ir além do cuidado e te ensinar como se prevenir para viver uma vida saudável e feliz!

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